"I Can See Your House From Here" (Blue Note, 1994), é um dos mais interessantes Cds de Jazz contemporaneo lançados na decada de 1990. Os guitarristas John Scofield e Pat Metheny, incontestaveis genios na arte da musica de improvisaçao, com o suporte ritmico dos igualmente geniais Steve Swallow no baixo e Bill Stewart na bateria.
18 de ago. de 2010
30 de mai. de 2010
DARK EYES

http://www.youtube.com/watch?v=3hW-J5Gyvt8&feature=player_embedded
DARK EYES
words and music Bob Dylan
Oh, the gentlemen are talking
and the midnight moon is on the riverside,
They're drinking up and walking and it is time for me to slide.
I live in another world where life and death are memorized,
Where the earth is strung with lovers' pearls
and all I see are dark eyes.
A cock is crowing far away and another soldier's deep in prayer,
Some mother's child has gone astray, she can't find him anywhere.
But I can hear another drum beating for the dead that rise,
Whom nature's beast fears as they come and all I see are dark eyes.
They tell me to be discreet for all intended purposes,
They tell me revenge is sweet and from where they stand,
I'm sure it is.
But I feel nothing for their game where beauty goes unrecognized,
All I feel is heat and flame and all I see are dark eyes.
Oh, the French girl, she's in paradise and a drunken man
is at the wheel,
Hunger pays a heavy price to the falling gods of speed and steel.
Oh, time is short and the days are sweet and passion rules
the arrow that flies,
A million faces at my feet but all I see are dark eyes.
Copyright © 1985 Special Rider Music
DARK EYES
words and music Bob Dylan
Oh, the gentlemen are talking
and the midnight moon is on the riverside,
They're drinking up and walking and it is time for me to slide.
I live in another world where life and death are memorized,
Where the earth is strung with lovers' pearls
and all I see are dark eyes.
A cock is crowing far away and another soldier's deep in prayer,
Some mother's child has gone astray, she can't find him anywhere.
But I can hear another drum beating for the dead that rise,
Whom nature's beast fears as they come and all I see are dark eyes.
They tell me to be discreet for all intended purposes,
They tell me revenge is sweet and from where they stand,
I'm sure it is.
But I feel nothing for their game where beauty goes unrecognized,
All I feel is heat and flame and all I see are dark eyes.
Oh, the French girl, she's in paradise and a drunken man
is at the wheel,
Hunger pays a heavy price to the falling gods of speed and steel.
Oh, time is short and the days are sweet and passion rules
the arrow that flies,
A million faces at my feet but all I see are dark eyes.
Copyright © 1985 Special Rider Music
27 de fev. de 2010
Emerson
"Hà um momento na educaçao de cada pessoa em que ela chega a conclusao que a inveja é ignorancia, que a imitaçao é suicidio; que ela deve se assumir por bem ou por mal como a sua porçao; que embora o vasto universo seja pleno de coisas maravilhosas, nenhum grao de nutritivo milho pode lhe chegar senao através de sua labuta naquele pedaço de terra que lhe é dado pra cultivar. O poder que reside nela é novo na natureza, e ninguem mas somente ela sabe o que é que deve fazer, nem ela mesmo sabe até que tenha tentado".
"There is a time in every man's education when he arrives at the conviction that envy is ignorance; that imitation is suicide; that he must take himself for better for worse as his portion; that though the wide universe is full of good, no kernel of nourishing corn can come to him but through his toil bestowed on that plot of ground which is given to him to till. The power which resides in him is new in nature, and none but he knows what that is which he can do, nor does he know until he has tried".
Trecho de "Self-Reliance" (Auto-Confiança) de Ralph Waldo Emerson, traduzido por mim.
"There is a time in every man's education when he arrives at the conviction that envy is ignorance; that imitation is suicide; that he must take himself for better for worse as his portion; that though the wide universe is full of good, no kernel of nourishing corn can come to him but through his toil bestowed on that plot of ground which is given to him to till. The power which resides in him is new in nature, and none but he knows what that is which he can do, nor does he know until he has tried".
Trecho de "Self-Reliance" (Auto-Confiança) de Ralph Waldo Emerson, traduzido por mim.
26 de fev. de 2010
Afrosamba
Paulo Bellinati e Monica Salmaso se unem na realizaçao de um projeto dedicado aos Afrosambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes: beleza ao quadrado.
25 de fev. de 2010
Manifesto Agua de Coco
O Jardim seja Aqui Agora.
A Beleza seja pura, seja plena,
seja natural, seja artistica,
seja a expressao da liberdade de Ser,
de existir, de exprimir o que se è
na mais justa igualdade de direitos e deveres,
democracia fundamental.
A Paz seja o principio, o meio e o fim
de todos os conflitos, de todos os atritos,
de todos os bem ou mal ditos.
Pelo desarmamento de todas as forças,
de todos os exercitos e instituiçoes.
Militarismo, Nao!
Violencia, Nao!
Cooperaçao, Sim!
Luiz Lima
A Beleza seja pura, seja plena,
seja natural, seja artistica,
seja a expressao da liberdade de Ser,
de existir, de exprimir o que se è
na mais justa igualdade de direitos e deveres,
democracia fundamental.
A Paz seja o principio, o meio e o fim
de todos os conflitos, de todos os atritos,
de todos os bem ou mal ditos.
Pelo desarmamento de todas as forças,
de todos os exercitos e instituiçoes.
Militarismo, Nao!
Violencia, Nao!
Cooperaçao, Sim!
Luiz Lima
24 de fev. de 2010
Grande Grande Sertao: Veredas!

Enviado por Catharina Lima
" Todos estão loucos, neste mundo? Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são demais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça para o total. Todos os sucedidos acontecendo, o sentir forte da gente - o que produz os ventos. Só se pode viver perto do outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura."
" Viver é muito perigoso."
" Como não ter Deus?! Com Deus existindo, tudo dá esperança: sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. Mas, se não tem Deus, há-de a gente perdidos no vai-vem, e a vida é burra. É o aberto perigo das grandes e pequenas horas, não se podendo facilitar - é todos contra os acasos. Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim dá certo. Mas, se não tem Deus, então a gente não tem licença de coisa nenhuma!" (Riobaldo e Diadorim)
"O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. O que Deus quer é ver a gente aprendendo a ser capaz de ficar alegre a mais, no meio da alegria, e inda mais alegre ainda no meio da tristeza! Só assim de repente, na horinha em que se quer, de propósito - por coragem."
João Guimarães Rosa
Grande Sertão Veredas
Que em 2010, as bençãos dos Céus chovam em todas as hortas,
Catharina Lima
13 de fev. de 2010
Lembrando Fon

Chico Lira
Conheci Fon numa festa na casa de Meira Pires. O ano exato eu não lembro. Lembro daquele rapaz (não tínhamos 18 anos ainda) de voz calma, clara e com um sotaque diferente, como se não fosse nordestino. Fon era magro, parecia mais alto (nem um e oitenta) e usava cabelos compridos (uma juba ondulada), óculos com aros redondos, lentes grossas e esverdeadas. A barba era rala e o bigode quase não tinha. O que ele tinha era um jeito amigável, fazendo perguntas pra ser atencioso com quem conversava: “Você nasceu em Natal?”. Ele puxava o papo. Dias depois passou na minha calçada. Chamou-me atenção como caminhava: passos largos, ligeiros (nem 30 anos depois eu conseguia acompanhá-lo: “Vamos lá, Matéria”). Seu andar era firme e determinado.
Quando me apresentaram Fon (acho que Sara Mires Pires) eu já conhecia seu irmão mais novo, Lola, das corridas noturnas de carros de cocão (rolimãs) no calçadão da AABB (minha amizade com Eustachio veio depois). Fon me conheceu como “Neném”, mas sempre me chamou de Lira por influência dos nossos amigos (Fankiko? Zezito? Gurgel, talvez). Sinto não ter andado naqueles tempos com os irmãos do descoladíssimo conjunto de rock “Vândalos”, mas não era difícil encontrá-los em Natal. Obrigatoriamente estávamos em todas.
A vida era tão boa que o tempo voou. Tudo foi mudando. Crescemos e logo depois dos 20 anos casando... e se separando. Menos Fon com Cathy. Em 1978, eu ainda casado no primeiro, encontrei Fon (abastecendo no Posto da Pitombeira) e surgiu um convite para irmos à sua casa da Candelária. Fomos mais de uma vez. Recordo Afonsinho, com dois anos, brincando com Fernanda, minha filha, com um.
Poucos meses depois e eles se mudaram pro Tirol. Lembro que nessa época Fon passou uma temporada de trabalho no Rio de Janeiro. E quando retornou, os nossos contatos foram tão freqüentes que resultou na produção de “Revolta dos Peixes”, três shows de Lola e banda (era uma de Mossoró, com Kadna Cordeiro, irmã de Cathy na flauta), no Teatro Alberto Maranhão, em fevereiro de 1980. Tudo correu bem com a produção e os shows, mas a “nossa” Mar Grande Produções Artísticas nem chegou a abrir firma. Eu me mudei pro Rio e Fon foi morar na badalada casa da Praia dos Artistas.
No Rio, me encontrava com Lola, que também se mudara pra lá, mas perdi o contato com Fon.
Em 1984, encontrei-o morando em São Paulo. Tomamos umas e outras na noite do Bixiga e dali em diante foram anos de intercâmbio Sampa-Praia Grande. Nossas “reuniões de cúpula” (como ele chamava) serviam para matarmos saudades de Natal e dos amigos: “Sabe quem ficou rico?” “Sabe quem pirou?”
Fon era caseiro. O evento precisava ser muito bom para tirá-lo da toca. Tinha uma vida familiar feliz, e sabia como poucos deixar os seus convidados à vontade. Ele amava o próximo ao se modo: sem grandes demonstrações. E quem conviveu com Fon, principalmente seus familiares, conheceu sua enorme generosidade.
Em 1994, eu pedi a Fon que ele viesse ao litoral para entrevistar o cantor Tim Maia, juntamente comigo e o jornalista Edgar Dall’Acqua. Veio e sofreu com sua calça de veludo em pleno verão. Mas foi ele quem nos salvou quando o irreverente entrevistado resolveu só falar em inglês. Tim Maia podia até vir em outras línguas, porque Fon, além de uma vasta cultura, era poliglota.
Quando, em 2007, ele foi baleado num assalto em seu escritório da Unicef, só soube meses depois. Foi quando trocamos alguns e-mails, mas logo ele adoeceu.
Fui vê-lo uma semana antes de nos deixar na saudade. Estava com sua dedicada e incansável Cathy ao lado. Abracei Afonsinho e Gabriel (seu querido caçula “Gabilunga”). Abracei Eustachio e Lola. Cantamos pra Fon no quarto transformado em UTI. Ali, senti que só um milagre. Mas também senti que Fon já era imortal.
1 de fev. de 2010
25 de dez. de 2009
Emerson
Rir muito e com frequencia,
Conquistar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças,
Ganhar a estima de criticos honestos e resistir a traiçao de falsos amigos.
Apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros, deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma criança sadia, um canteiro de flores...
Saber que mesmo uma unica vida respirou melhor porque voce viveu, isto é ter sido bem sucedido!
Conquistar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças,
Ganhar a estima de criticos honestos e resistir a traiçao de falsos amigos.
Apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros, deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma criança sadia, um canteiro de flores...
Saber que mesmo uma unica vida respirou melhor porque voce viveu, isto é ter sido bem sucedido!
24 de nov. de 2009
O decrescimento

O decrescimento é elogio do ócio, do lento e da duração; respeito ao passado; consciência que não existe progresso sem conservação; indiferença às modas a ao efêmero; atingir a sabedoria da tradição; não identificar o novo com o melhor, o velho com o ultrapassado, o progresso com uma sequência de fragmentos, a conservação com o fechamento mental; não chamar consumidores os que adquirem, porque o objetivo da aquisição não é o consumo mas o uso; distinguir a qualidade da quantidade; desejar o regozijo e não o divertimento; valorizar a dimensão espiritual e afetiva; colaborar ao invés de competir; substituir o fazer finalizado a fazer sempre mais com um fazer bem feito finalizado à contemplação.
O decrescimento é a possibilidade de realizar um novo Renascimento, que libere as pessoas do papel de instrumentos do crescimento econômico e recoloque a economia no seu papel de gestão da casa comum a todas as espécies viventes de modo que todos os seus inquilinos possam vive-la melhor.
La decrescita
La decrescita è elogio dell’ozio, della lentezza e della durata; rispetto del passato; consapevolezza che non c’è progresso senza conservazione; indifferenza alle mode e all’effimero; attingere al sapere della tradizione; non identificare il nuovo col meglio, il vecchio col sorpassato, il progresso con una sequenza di cesure, la conservazione con la chiusura mentale; non chiamare consumatori gli acquirenti, perché lo scopo dell’acquistare non è il consumo ma l’uso; distinguere la qualità dalla quantità; desiderare la gioia e non il divertimento; valorizzare la dimensione spirituale e affettiva; collaborare invece di competere; sostituire il fare finalizzato a fare sempre di più con un fare bene finalizzato alla contemplazione. La decrescita è la possibilità di realizzare un nuovo Rinascimento, che liberi le persone dal ruolo di strumenti della crescita economica e ri-collochi l’economia nel suo ruolo di gestione della casa comune a tutte le specie viventi in modo che tutti i suoi inquilini possano viverci al meglio.
Maurizio Pallante
18 de set. de 2009
BZ4
BZ4tet è o meu grupo de musica instrumental brasileira, neste video, tocando uma composiçao de Paulo Bellinati; "Choro Sapeca".
8 de set. de 2009
Gente E' Pra Brilhar
Esplendida cançao de Caetano Veloso do final dos anos 70, "covered" com graça por Roberta Sá.
28 de ago. de 2009
A Return To Love
Nosso medo mais profundo nao é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que sejamos fortes alem da medida. E' a nossa luz, nao a nossa escuridao que mais nos apavora. Perguntamos a nòs mesmos, Quem sou eu para ser brilhante, magnifico, talentoso, fabuloso? Na verdade, quem sou eu para nao se-lo? Voce é um filho de Deus. O seu joguinho curto nao contribui ao mundo. Nao ha nada de iluminante em se retrair para que as outras pessoas em torno a voce nao se sintam inseguras. Todos nòs fomos feitos para brilhar, como fazem as crianças. Nascemos para manifestar a gloria de Deus que està dentro de nòs. Nao é apenas em alguns de nòs; é em cada um de nòs. Na medida em que deixamos a nossa propria luz brilhar, inconcientemente permitimos às outras pessoas de fazer a mesma coisa. Na medida em que somos liberados de nosso proprio medo, nossa presença automaticamente libera outros".
"Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others." ~
"Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won't feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It's not just in some of us; it's in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others." ~
24 de ago. de 2009
O Meu Sol E' Voce

Letra de uma das cançoes do meu album "Realidade Real" (2002). No link a seguir da pra escutar uma parte da gravaçao. http://www.luizlima.org/disco/realidade.html
Te chamo,
Nao vejo ninguem.
Espero,
Tento lembrar.
Onde foi?
Serà mais além?
Quem vai me dizer?
O que é?
O que tem de ser?
O meu sol é voce.
A vida é aqui,
Agora é voce,
Quem chora,
Na discussao.
O tempo nao para,
Nao espera sinal,
Corre,
Sem direçao.
Sem o sol,
Nao hà soluçao,
O meu céu é voce.
Nao quero mais deixar voce sumir da minha vida
Nao quero o medo
Vou saber o modo de te amar
Quero sentir voce na pele
O sol da minha vida
Quero mais o ceu da terra
O brilho no olhar
http://www.jazzitalia.net/recensioni/realidadereal.asp
Te chamo,
Nao vejo ninguem.
Espero,
Tento lembrar.
Onde foi?
Serà mais além?
Quem vai me dizer?
O que é?
O que tem de ser?
O meu sol é voce.
A vida é aqui,
Agora é voce,
Quem chora,
Na discussao.
O tempo nao para,
Nao espera sinal,
Corre,
Sem direçao.
Sem o sol,
Nao hà soluçao,
O meu céu é voce.
Nao quero mais deixar voce sumir da minha vida
Nao quero o medo
Vou saber o modo de te amar
Quero sentir voce na pele
O sol da minha vida
Quero mais o ceu da terra
O brilho no olhar
http://www.jazzitalia.net/recensioni/realidadereal.asp
4 de jul. de 2009
Dedicado a Fon (11/02/1952 - 03/07/2009)
Extraordinaria versao mais "bluesistica" desta obra prima do Bob Dylan contemporaneo, originalmente lançada no disco "Love and Theft" de 2001. As legendas com a traduçao em espanhol da letra sao um adianto...
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